04/06/2025 por Daniel Tait
Segundo analistas da Wood Mackenzie, a prolífica Bacia Permiana do oeste do Texas e do Novo México ainda tem mais de uma década de alta produção pela frente.
A produção na bacia atingiu um patamar respeitável de 2,2 milhões de barris por dia (bpd) em 2017. Desde então, aumentou drasticamente para mais de 6 milhões de bpd – quase metade da produção total. total A produção de petróleo nos EUA, no entanto, não é imune às forças do mercado. Com a queda dos preços do petróleo e o aumento dos custos, o crescimento da produção diminuiu.
A Wood Mackenzie prevê um aumento de 200.000 barris por dia na produção da Bacia Permiana este ano, elevando a média para 6,6 milhões de barris por dia. A partir daí, espera-se que o crescimento continue a desacelerar até 2035, quando atingirá seu pico. total A produção atingirá 7,7 milhões de barris por dia antes de se estabilizar nesse patamar. Os analistas da Wood Mackenzie afirmam em seu relatório:
“A perspectiva de um crescimento substancial da produção e barris de baixo custo tem sido um grande atrativo para a indústria americana há mais de uma década. O investimento orgânico, complementado por fusões e aquisições e consolidação, transformou a Bacia Permiana em uma enorme reserva de valor futuro.”
O relatório divide as empresas de xisto em dois grupos: os que “têm” e os que “não têm”. O primeiro grupo inclui grandes empresas como a ExxonMobil e a Chevron, que fabricam produtos como o... Mobil e Texaco gamas de óleo hidráulico. Essas empresas têm grandes presenças no mercado e podem se beneficiar de uma maior eficiência, aproveitando melhor os períodos de crescimento e ficando menos expostas aos períodos de recessão. Estas últimas, no entanto, já enfrentam dificuldades para manter uma produção lucrativa.
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